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NOTÍCIAS |
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Notas de Imprensa
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Noticia do Site
PORTUGALTEXTIL.COM em 6.03.2002
Presença portuguesa positiva na
Première Vision
As empresas portuguesas que estiveram
presentes como expositoras na última edição da Première Vision,
realizada em Paris, entre 20 e 23 de Fevereiro, fazem um balanço
positivo da sua participação neste importante salão.
O portugaltextil.com falou com algumas dessas empresas, no
sentido de obter um balanço da sua presença na referida feira......... Para Fausto Cardoso, administrador comercial da Beiralã, esta
também foi uma feira com menos movimento do que é habitual, facto que
causa alguma apreensão junto dos expositores habituais.......... |
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Noticia do Site
PORTUGALTEXTIL.COM em 27.02.2002
As empresas portuguesas que estiveram na última edição
da Tissu Premier, feira de tecidos decorreu em Lille (França), entre 6
e 7 de Fevereiro, fazem um balanço positivo da sua presença deste
salão.
..... Outra das empresas nacionais presentes na Tissu Premier foi a
Beiralã, empresa de Seia que participa nesta feira desde a sua segunda
edição, e que segundo Fausto Cardoso, administrador comercial, encara
a presença neste género de eventos como fundamental para a sua
estratégia comercial, uma vez que se trata da primeira antecipação às
novas tendências, o que permite às empresas fazer ainda algumas
correcções e adaptações nas suas próprias colecções. Segundo este
responsável, a Tissu Premier desfruta de uma excelente localização
geográfica, situada no centro da Europa, além de constituir a primeira
mostra das colecções para a nova estação, razões pelas quais a Beiralã
planeia continuar a apostar nesta feira, além de manter as presenças
noutros salões, como a Première Vision e o Mod'tíssimo... |
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Noticia do Site
PORTUGALTEXTIL.COM em 05.12.2001
A empresa de lanifícios de Seia, Beiralã está a reerguer-se, mesmo depois da imposição do Governo para
que a Beiralã adquirisse a Fisel, a troco de uma ajuda no financiamento
e formação para a sua recuperação, a empresa encontra-se agora em fase
de internacionalização.
O Governo garantiu à empresa de Seia que assumiria o
compromisso de manter os 342 trabalhadores no Centro de Emprego de Seia
até que a empresa estivesse a funcionar a 100% mas, como se não tivesse
sido suficiente ser forçada a comprar a empresa de lanifícios, a Beiralã
acabou por ter que
pagar os salários a estes trabalhadores e dar a pretendida formação
esquecidos pelo Governo.
"O compromisso do Governo era manter os trabalhadores em
formação no Centro de Emprego, enquanto nós estávamos no processo de
modernização da empresa. O que é lógico. Durante o espaço de tempo em
que se reestruturava a fábrica, que era de 18 meses, o compromisso era
colocar as pessoas no centro de emprego a fazer formação para virem
formadas para começar a trabalhar", adiantou ao Jornal Têxtil Rui
Cardoso, proprietário da Beiralã.
Esta é uma forma de investir na mão-de-obra que iria
trabalhar nas máquinas em que estavam a investir, "o investimento de
modernização que estamos a ter é muito grande, mas não deixamos ninguém
de fora e nem pedimos
ao Governo que absorvesse qualquer tipo de mão de obra". O investimento
feito de 15 milhões de euros, incluía o preço da empresa, a recuperação
dos edifícios e a aquisição de equipamento moderno, dos quais 2,3
milhões de euros foram concedidos pela Iniciativa para a Modernização da
Indústria Têxtil (IMIT), dos quais 400 mil euros a fundo perdido.
"O que aconteceu foi que afinal os trabalhadores não tiveram
qualquer tipo de formação e eu tive de suportar os salários durante
estes 18 meses, dos 342 trabalhadores sem fazerem rigorosamente nada",
acrescentou Cardoso, que ainda acredita que o primeiro-ministro cumpra o
prometido.
Desde 1995 a empresa beirã tem conquistado o mercado.
Hoje a empresa exporta 75% da sua produção (2,3 milhões de metros de
tecido) para a Alemanha, Inglaterra, Itália, França Estados Unidos e
Japão. A empresa Maconde, pertencente ao irmão de Rui Cardoso, absorve
20% da produção.
No ano passado, a Beiralã facturou 12,5 milhões de euros, os
resultados líquidos foram na ordem dos 800 mil euros, espera este ano
atingir um volume de vendas na ordem dos 15 milhões de euros e dentro de
três anos prevê duplicar este valor. Isto porque a sua estratégia de
internacionalização já está a arrancar e prevê-se que traga bons
resultados.
"Nós pretendíamos fazer uma internacionalização em parceria
com uma empresa do nosso sector, ou seja do sector dos lanifícios, ou
até mesmo com parceiros na cadeia. O nosso objectivo é formar uma
parceria, de forma a que juntos possamos enfrentar o futuro um pouco
mais tranquilos", adianta Cardoso.
"Já há muitos anos que vimos a lutar por isto. Já tivemos
contactos com muitas empresas e quase todas acabaram por falhar, por
vários motivos. O nosso objectivo é encontrar parceiros internacionais".
Um dos potenciais parceiros poderia ter sido a Parkland que há três
meses atrás foi comprada pelo grupo francês Chargeurs, mas a Beiralã
acabou por contratar a equipa comercial da empresa britânica.
Neste sentido a empresa acaba de constituir uma empresa no
Reino Unido, a Textile Ltd, em Bradford, que irá comercializar a nova
marca topo de gama a partir de Fevereiro 2002. |
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Extrato do Jornal DIARIO ECONOMICO
de 3.12.200
Beiralã
ainda espera contrapartidas prometidas pelo Governo
A empresa de lanifícios de Seia vai
comercializar uma nova marca no Reino Unido, onde constituiu a Textile Ltd. Em Portugal,
espera as contrapartidas prometidas pelo Governo aquando da compra da
Fisel. |
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